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	<title>Douglas Cunha</title>
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	<description>Tecnologia, programação e coisas aleatórias</description>
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		<title>Tipos de dados: FLOAT / DOUBLE vs DECIMAL</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/08/tipos-sql-float-double-decimal/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os tipos de dados FLOAT, DOUBLE e DECIMAL são usados para armazenar números &#8220;quebrados&#8221;. Mais precisamente, números reais até uma certa precisão. Qual a diferença entre esses tipos então? Números de ponto flutuante O tipo float é um número de ponto flutuante. É armazenado como uma parte significativa e um exponente, como se fosse uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os tipos de dados <strong>FLOAT</strong>, <strong>DOUBLE</strong> e <strong>DECIMAL</strong> são usados para armazenar números &#8220;quebrados&#8221;. Mais precisamente, números reais até uma certa precisão. Qual a diferença entre esses tipos então?</p>
<p><span id="more-281"></span></p>
<h3>Números de ponto flutuante</h3>
<p>O tipo <strong>float</strong> é um número de ponto flutuante. É armazenado como uma parte significativa e um exponente, como se fosse uma notação científica. Por exemplo, o número 3,45 seria armazenado mais ou menos como:</p>
<p><code>345 * (10 ^ -2)<br />
<small>345 vezes 10 elevado a -2</small></code></p>
<p>Nesse caso, o que é armazenado na memória é apenas 345 (a parte significativa) e -2 (o expoente ao qual a base é elevada). Nesse caso, temos 10 como sendo a base. Mas no caso dos computadores a base é binária.</p>
<p>Mas alguns números aparentemente simples precisariam de muitos dígitos para serem representados em binário dessa forma. Precisariam de mais dígitos, ou no caso, de mais bits para serem representados com precisão. Então são arredondados. Muitas vezes isso não traz problemas, mas em alguns casos, como valores que passam por uma série de cálculos sucessivos arredondamentos podem causar diferenças no resultado final.</p>
<p>Esse mal ocorre com os tipos <strong>float</strong> e <strong>double</strong>. O tipo <strong>double</strong> é como o tipo <strong>float</strong>, porém com uma maior precisão, logo sofre menos desse mal e consegue armazenar números maiores. Por usar mais bits para o armazenamento, também ocupa mais espaço em memória e em armazenamento de disco, no caso dos sistemas de banco de dados.</p>
<h3>O tipo decimal</h3>
<p>O tipo decimal não tem os mesmos problemas de precisão dos tipos float e double. Ele é um tipo de ponto fixo, e não flutuante. Em outras palavras, se você define um campo em um banco de dados como <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2481307/">MySQL</a> do tipo <strong>DECIMAL(10,2)</strong>, quer dizer que será um número (em base 10) com 10 dígitos, sendo que 2 deles serão após a vírgula. Sempre. Alguns bancos de dados inclusive armazenam internamente dados desse tipo como <strong>strings</strong>.</p>
<p>Essa estratégia de armazenamento elimina o problema dos arredondamentos no armazenamento dos dados, mas por outro lado isso diminui a flexibilidade do tipo. Enquanto pode não ser uma boa escolha para dados em que o número de casas decimais não pode ser definido, é uma boa opção por exemplo para valores financeiros (já que esses sempre têm 2 casas decimais).</p>
<p>Deve se levar em conta também que em alguns casos, valores do tipo <strong>decimal</strong> serão convertidos em números de ponto flutuante de forma implícita quando forem usados em cálculos. Nesse caso se o resultado esperado também do tipo <strong>decimal</strong>, ele será arredondado e convertido de <strong>float</strong> para <strong>decimal</strong>. Ou seja, a precisão é melhor, mas não é ilimitada.</p>
<h3>Leia também</h3>
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<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fdouglascunha.com%2Fblog%2F2010%2F08%2Ftipos-sql-float-double-decimal%2F&amp;linkname=Tipos%20de%20dados%3A%20FLOAT%20%2F%20DOUBLE%20vs%20DECIMAL"><img src="http://douglascunha.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Como desbloquear modems 3G da Claro</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/08/como-desbloquear-modems-3g-da-claro/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/08/como-desbloquear-modems-3g-da-claro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 03:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Portabilidade numérica]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia móvel]]></category>

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		<description><![CDATA[A legislação agora obriga que as operadoras desbloqueiem gratuitamente os aparelhos vendidos por elas, e isso também se aplica aos modems 3G. Mas qual o procedimento? Tem que levar na loja? Pelo que me informaram, você pode levar seu modem em qualquer loja da Claro, e eles vão pegar o IMEI do aparelho e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A legislação agora obriga que as operadoras desbloqueiem gratuitamente os aparelhos vendidos por elas, e isso também se aplica aos modems 3G. Mas qual o procedimento? Tem que levar na loja?<br />
<span id="more-378"></span><br />
Pelo que me informaram, você pode levar seu modem em qualquer loja da Claro, e eles vão pegar o IMEI do aparelho e em alguns dias você volta lá que eles desbloqueiam. Mas isso não é necessário, você pode fazer em casa. Faça o seguinte:</p>
<ul>
<li>Ligue para o atendimento ao cliente da Claro (o número é 1052) e informe que deseja o desbloqueio. Faça isso com o IMEI do aparelho em mãos. Se esse dado não estiver impresso no próprio modem, pode ser encontrado na nota fiscal.</li>
<li>Ao informar o IMEI do aparelho, você receberá a senha de desbloqueio. Anote-a, pois ela é necessária para o processo.</li>
<li>Em posse da senha de desbloqueio, acesse <a href="http://www.claro.com.br/desbloqueio" rel="nofollow">http://www.claro.com.br/desbloqueio</a> e verifique as instruções para o seu modelo de modem.</li>
<li>Siga as instruções informadas. Não sei se é assim na maioria dos casos, mas no meu (modem Huawei 156B) eu tive que colocar o chip de outra operadora no modem e ligá-lo na porta USB. Ao iniciar o software de conexão da Claro (apenas Windows), a senha de desbloqueio foi pedida. Assim que eu informei, ele conseguiu achar a rede da outra operadora.</li>
</ul>
<h3>E no Linux?</h3>
<p>Infelizmente, não sei nem se é possível. Se for, não sei como. Como tinha uma máquina <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/35217/2864350/">Windows</a> para fazer o processo, segui à risca as instruções da operadora e preferi também não arriscar, pois pelo com o meu modem existia um limite de 10 tentativas.<br />
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		</item>
		<item>
		<title>MySQL: The table &#8216;&lt;tabela&gt;&#8217; is full</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/07/mysql-the-table-is-full/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/07/mysql-the-table-is-full/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 00:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca ouvi falar que existia um limite para tamanho de tabelas no <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2481307/">MySQL</a>. Até o dia que me deparei com a seguinte mensagem de erro: The table '&#60;tabela&#62;' is full Como assim a tabela está cheia? Ela nunca deveria ficar cheia a menos que faltasse espaço em disco. Pois é, não é bem assim. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca ouvi falar que existia um limite para tamanho de tabelas  no <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2481307/">MySQL</a>. Até o dia que me deparei com a seguinte mensagem de erro:</p>
<p><code>The table '&lt;tabela&gt;' is full</code></p>
<p>Como assim a tabela está cheia? Ela nunca deveria ficar cheia a menos que faltasse espaço em disco. Pois é, não é bem assim.</p>
<p><span id="more-354"></span></p>
<p>Em tabelas MyISAM, os índices são gravados em um arquivo contendo ponteiros para as posições no arquivo de dados. Em hardware de 32 bits, esses ponteiros são de 32 bits também (o acesso é mais rápido), permitindo um endereçamento máximo de 4GB de memória. Em outras palavras, arquivos de dados maiores que 4GB não são permitidos; quando esse limite é alcançado, o erro de tabela cheia é disparado.</p>
<p>Aparentemente esse erro não ocorre em sistemas de 64 bits (o ponteiro nesse caso é de 64 bits e o limite de endereçamento para 64 bits é muito maior) e nem em tabelas InnoDB, porque o modo de armazenamento é diferente, e não vulnerável a essa limitação.</p>
<p>Uma solução portanto é alterar a tabela que supostamente está cheia para trabalhar com o engine InnoDB. Mas saiba que alterar o engine de uma tabela com 4GB de dados vai demorar. Não se desespere e nem interrompa o processo, ou terá problemas sérios (corrupção de dados).</p>
<h3>Leia também</h3>
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		<title>QMMP &#8211; player de&#160;MP3 para Linux a moda antiga</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/07/qmmp-player-de-mp3-para-linux-a-moda-antiga/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 17:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Resmungos]]></category>
		<category><![CDATA[MP3]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo escrevi um post reclamando de como os players de mídia para Linux tinham em sua maioria se tornado complexos gerenciadores de mídia. Eu sentia falta dos players simples, em que você simplesmente adiciona o que quer ouvir na playlist e pronto. Sem bibliotecas de mídia, sem firulas desnecessárias. Pois então. Li hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo escrevi <a href="http://douglascunha.com/blog/2010/03/o-que-aconteceu-com-os-players-de-musica/">um post</a> reclamando de como os players de mídia para Linux tinham em sua maioria se tornado complexos gerenciadores de mídia. Eu sentia falta dos players simples, em que você simplesmente adiciona o que quer ouvir na playlist e pronto. Sem bibliotecas de mídia, sem firulas desnecessárias.</p>
<p><span id="more-348"></span></p>
<p>Pois então. Li hoje sobre o player QMMP, que tem exatamente o estilo do WinAMP e do XMMS. Inclusive aceita os temas visuais do WinAMP, como o XMMS fazia.</p>
<p>Para quem usa Ubuntu, basta instalar via APT:</p>
<p><code>apt-get install qmmp</code></p>
<p>Mas existem também pacotes para outras distribuições.</p>
<p>Pelo menos na instalação do Ubuntu, ele já vem com alguns plugins. Um deles que eu realmente aprecio é o de &#8220;Global shortcuts&#8221;, com o qual você pode associar teclas de atalho para ações do programa que funcionam inclusive quando ele não está com o foco de teclado, ou até mesmo quando está oculto. Como o player de música quase sempre é algo que funciona enquanto você faz outras coisas, você pode ocultá-lo e se quiser pausar a reprodução, alterar o volume ou passar para a próxima música, você não precisa sequer tirar o foco do que estiver fazendo.</p>
<p>Via <a href="http://br-linux.org/2010/qmmp-player-de-musica-no-estilo-xmms-e-winamp/">BR-Linux</a>.</p>
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</ul>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fdouglascunha.com%2Fblog%2F2010%2F07%2Fqmmp-player-de-mp3-para-linux-a-moda-antiga%2F&amp;linkname=QMMP%20%26%238211%3B%20player%20de%26nbsp%3BMP3%20para%20Linux%20a%20moda%20antiga"><img src="http://douglascunha.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 18:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens de programação]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Kevin William Pang escreveu e Marcelo Furusawa Honório traduziu e adaptou uma lista de dez coisas que mais irritam os desenvolvedores. Não sei se são as que mais irritam, mas de fato irritam bastante. Clique no link abaixo para ler. Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores Posts relacionados C#: por que tem um &#8220;@&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Kevin William Pang escreveu e Marcelo Furusawa Honório traduziu e adaptou uma lista de dez coisas que mais irritam os desenvolvedores.</p>
<p>Não sei se são as que mais irritam, mas de fato irritam bastante.</p>
<p>Clique no link abaixo para ler.</p>
<p><a href="http://blog.marcelohonorio.com.br/tecnologia/desenvolvimento/dez-coisas-que-mais-irritam-desenvolvedores/">Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas para aperfeiçoar seu inglês</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/04/sites-para-aperfeicoar-ingles/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/04/sites-para-aperfeicoar-ingles/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 03:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inglês]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas de sites e práticas para aperfeiçoar seu inglês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei como nunca publiquei algo sobre esse assunto antes. O fato é que eu gosto de inglês. Não só gosto, como desenvolvedor eu preciso saber algo de inglês.</p>
<p>Mas o que eu faço para aperfeiçoar meu inglês?<span id="more-339"></span></p>
<h3><a title="Tecla SAP - Dicas de inglês" href="http://www.teclasap.com.br/">Tecla SAP</a></h3>
<p>O <strong><a title="Tecla SAP - Dicas de inglês" href="http://www.teclasap.com.br/">Tecla SAP</a> é um site voltado ao aprendizado e aperfeiçoamento da língua inglesa.</strong> Além de dicas de vocabulário, existem dicas de gramática, expressões idiomáticas, etc. E mesmo nos posts de vocabulário, normalmente existe uma explicação mais detalhada de quando usar, para aqueles casos em que uma palavra pode ser traduzida de várias formas dependendo da aplicação.</p>
<h3><a title="ESLPod - English as a second language podcast" href="http://www.eslpod.com/">ESLPod (English as a second language podcast)</a></h3>
<p>O <a title="ESLPod - English as a second language podcast" href="http://www.eslpod.com/">ESLPod</a> é um podcast voltado para o aperfeiçoamento da pronúncia e entendimento e enriquecimento de vocabulário.</p>
<p>Mas não é para iniciantes. Não é brasileiro e nem é voltado a um público específico. Ele é falado inteiramente em inglês, encenando situações cotidianas e inserindo expressões e palavras novas no meio da conversa. Bem como funciona naquelas fitinhas de cursos de idiomas.</p>
<p>Novamente, como não é voltado a nenhum público específico (por exemplo, brasileiros, japoneses, etc) as explicações são dadas em inglês mesmo, em geral usando vocabulário mais simples e de fácil entendimento.</p>
<p>Resumindo, é um trampolim para quem já sabe um pouco de inglês e quer saber mais.</p>
<h3>Softwares e documentação em inglês</h3>
<p>Existem alguns motivos pelos quais você deve preferir usar softwares e ler documentação de software em inglês. Uma é para aprender o idioma. A segunda é que boa parte das traduções são imprecisas. Não, isso foi eufemismo. Boa parte das traduções são <strong>porcas</strong>.</p>
<p>Não que o idioma português seja ruim, mas convenhamos&#8230; a não ser que o software seja de uma empresa brasileira, provavelmente foi escrito em inglês e traduzido por tradutores que ou sabem português, ou entendem do software, ou &#8211; o pior &#8211; nenhum dos dois.</p>
<p>O resultado são traduções em  que você tem que &#8220;destraduzir&#8221; para o inglês para conseguir entender alguns comandos.</p>
<h3>Filmes e séries</h3>
<p>Boa parte da cultura que consumimos é gerada em língua inglesa.</p>
<p>Dublado, nunca. Legendado, mas aos poucos você pode tentar não ler todas as legendas e se forçar a se acostumar com a pronúncia. Com o tempo seu nível de entendimento vai melhorar.</p>
<p>Legendas em inglês são um artifício ainda melhor, pois você está lendo exatamente o que está sendo falado. Se a compreensão do inglês escrito não é problema para você, isso irá ajudar muito a aperfeiçoar o entendimento do inglês falado.</p>
<h3>Bônus &#8211; <a title="Engrish Funny" href="http://engrishfunny.com/">Engrish Funny</a></h3>
<p>Existe ainda uma outra modalidade de inglês: o &#8220;<strong>engrish</strong>&#8220;. É o inglês errado, tipicamente escrito por chineses e outros povos cuja língua nativa são símbolos esquisitos (para nós). Esse site é uma grande coletânea das maiores bizarrices quando se trata de inglês errado.</p>
<div id="attachment_342" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-342" title="Slip Carefully" src="http://douglascunha.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/slip-carefully.jpg" alt="Slip Carefully" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Escorregue com cuidado</p></div>
<p>E você, tem alguma dica de site ou alguma prática ninja? Deixe nos comentários!<br />
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		<title>O que aconteceu com os players de música?</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/03/o-que-aconteceu-com-os-players-de-musica/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 21:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resmungos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[MP3]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinto saudades dos tempos em que comecei a usar softwares para tocar MP3. As versões mais antigas do WinAMP e do XMMS. O que eram os players de música? Simples, mas leves e faziam seu trabalho muito bem.Agora tenho dificuldades em achar software para Linux, pelo menos, que me devolva essa simplicidade. Os bons softwares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto saudades dos tempos em que comecei a usar softwares para tocar MP3. As versões mais antigas do WinAMP e do XMMS. O que eram os players de música? Simples, mas leves e faziam seu trabalho muito bem.<span id="more-337"></span>Agora tenho dificuldades em achar software para Linux, pelo menos, que me devolva essa simplicidade. Os bons softwares acabaram se rendendo às pretensões de ser &#8220;software para Media Center&#8221; e agora não só tocam música, mas se renderam à bendita da &#8220;<em>Biblioteca de mídia</em>&#8220;. Até o media player do meu celular tá nessa agora.</p>
<p>Ou seja, para ouvir um disco, não basta mais abrir o software e arrastar os arquivos para a playlist; você tem que adicionar os arquivos à biblioteca de mídia e então achar os arquivos pelos filtros da biblioteca de mídia. Fácil, não? Isso se torna ainda menos prático se você, como eu, tiver a maior parte das suas músicas não no disco rígido, mas em mídia removível (CDs e DVDs).</p>
<p>Até o Amarok, que eu usei por bastante tempo (porque era simples) se rendeu a essa moda, e agora eu demoro muito mais tempo do que levava para criar uma playlist e conseguir simplesmente tocar música. Bem, pelo menos consegui. Com o Banshee eu fiquei alguns minutos e não consegui nem fazer os arquivos tocarem.</p>
<p><strong>Observação:</strong> nesse momento, terminando de escrever arrastei um arquivo para a playlist do Amarok, talvez a operação mais comum para mim em um software desses. O aplicativo  deu crash.<br />
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		<title>C# &#8211; Descobrindo o caminho dos diretórios especiais do Windows</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/03/diretorios-especiais-windows/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/03/diretorios-especiais-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 01:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[C#]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[.NET]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Os caminhos dos diretórios especiais do <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/35217/2864350/">Windows</a> (como Meus documentos, Desktop, etc) embora sigam um padrão, não são fixos. Variam, por exemplo de acordo com o nome do usuário corrente, linguagem do sistema instalado ou até mesmo podem ter sido mudados pelo usuário. Recuperando o caminho dos diretórios especiais Para programaticamente descobrir o nome dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos dos diretórios especiais do <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/35217/2864350/">Windows</a> (como Meus documentos, Desktop, etc) embora sigam um padrão, não são fixos. Variam, por exemplo de acordo com o nome do usuário corrente, linguagem do sistema instalado ou até mesmo podem ter sido mudados pelo usuário.</p>
<p><span id="more-329"></span></p>
<h3>Recuperando o caminho dos diretórios especiais</h3>
<p>Para programaticamente descobrir o nome dos diretórios especiais do <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/35217/2864350/">Windows</a> é possível usar o método <code>Environment.GetFolderPath</code>, passando como parâmetro um item da enumeração <code>Environment.SpecialFolder</code>. Seguem os itens da enumeração.</p>
<ul>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.ApplicationData</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.System</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.CommonApplicationData</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.CommonProgramFiles</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Cookies</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Desktop</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.DesktopDirectory</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Favorites</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.History</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.InternetCache</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.LocalApplicationData</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.MyComputer</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.MyMusic</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.MyPictures</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Personal</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.ProgramFiles</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Programs</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.Recent</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.SendTo</span></li>
<li><span style="font-family: monospace;">Environment.SpecialFolder.StartMenu</span></li>
</ul>
<p>Para recuperar o caminho da pasta &#8220;Meus Documentos&#8221; por exemplo, basta fazer o seguinte:</p>
<p><code>string path = Environment.GetFolderPath(Environment.SpecialFolder.Personal);</code></p>
<h3>Pasta de arquivos temporários</h3>
<p>Para recuperar o caminho da pasta de arquivos temporários do Windows, fazemos o seguinte:</p>
<p><code>return System.IO.Path.GetTempPath();</code><br />
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		<title>C#: por que tem um &#8220;@&#8221; antes da string?</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/02/c-por-que-tem-um-antes-da-string/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[C#]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens de programação]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando você está aprendendo uma linguagem nova, tem coisas que você vê em códigos de exemplo e não sabe sequer como perguntar que raios é aquilo, de tão fora do comum. Isso ocorreu comigo quando eu vi uma arroba antes de uma string. Que raios é isso? Em strings Um uso do sinal @ antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você está aprendendo uma linguagem nova, tem coisas que você vê em códigos de exemplo e não sabe sequer como perguntar que raios é aquilo, de tão fora do comum. Isso ocorreu comigo quando eu vi uma arroba antes de uma string. Que raios é isso?<span id="more-334"></span></p>
<h3>Em strings</h3>
<p>Um uso do sinal <strong>@</strong> antes da string é fazer com que sequüências de escape não sejam usadas naquela string. Por exemplo, quando você escreve um caminho de diretórios, faz assim:</p>
<p><code>string path = "C:\\Windows\\System32";</code></p>
<p>Usando a arroba, você não precisaria duplicar as barras, poderia fazer assim:</p>
<p><code>string path = @"C:\Windows\System";</code></p>
<p>No entanto, dessa forma não é possível representar caracteres especiais na string, como &#8220;<strong>\n</strong>&#8221; e &#8220;<strong>\r</strong>&#8220;.</p>
<p>A linguagem Python usa uma sintaxe semelhante para informar que uma string é Unicode, prefixando a string com a letra &#8220;u&#8221;.</p>
<h3>Em variáveis</h3>
<p>Além das strings, é possível usar <strong>@</strong> prefixando variáveis também. Obviamente, seu significado muda.</p>
<p>Há palavras reservadas na lingugagem. Quando uma palavra é reservada, não é possível criar identificadores (variáveis, classes, métodos&#8230;) com seu nome. O código abaixo causaria erro:</p>
<p><code>bool new = true;</code></p>
<p><strong>new</strong> é uma palavra reservada. O compilador não entenderia como uma variável, e sim como o operador <strong>new</strong>, para instanciar novos objetos e causaria erro. Mas fazendo:</p>
<p><code>bool @new = true</code></p>
<p>o compilador é forçado a entender a palavra <strong>new</strong> no código como o nome de um identificador. No entanto, não aconselho essa prática, pois além de necessitar do uso de <strong>@</strong> sempre que a variável for usada você pode causar erros difíceis de identificar nos momentos em que esquecer de colocar a <strong>@</strong>.<br />
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		<item>
		<title>C# &#8211; Declarando enumerações</title>
		<link>http://douglascunha.com/blog/2010/02/c-declarando-enumeracoes/</link>
		<comments>http://douglascunha.com/blog/2010/02/c-declarando-enumeracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 01:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doug</dc:creator>
				<category><![CDATA[C#]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens de programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo publiquei um post comparando as formas de usar elementos de uma enumeração em <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2406853/">Delphi</a> e em C#. Mas esqueci de mencionar como um tipo enumerado é declarado usando C#, apenas mostrei como usar os já existentes. É bastante semelhante à declaração de uma classe. Exemplo: public enum Frutas { Banana, Laranja, Abacaxi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo publiquei um post comparando as formas de usar elementos de uma enumeração em <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2406853/">Delphi</a> e em <strong>C#</strong>. Mas esqueci de mencionar como um tipo enumerado é declarado usando C#, apenas mostrei como usar os já existentes.</p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<p>É bastante semelhante à declaração de uma classe.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p><code>public enum Frutas {<br />
Banana,<br />
Laranja,<br />
Abacaxi<br />
}</code></p>
<p>Primeiro vem o indicador de visibilidade do tipo (no caso, public), depois a palavra-chave <strong>enum</strong> e o nome do tipo. Como mencionado no outro post, o nome do tipo é usado para acessar os itens, diferentemente do uso em Delphi.</p>
<p>É possível também especificar valores inteiros explícitos para cada item da enumercação:</p>
<p><code>public enum Frutas {<br />
Banana = 1,<br />
Laranja = 2,<br />
Abacaxi = 3<br />
}</code><br />
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